Média por hora: 53,96 acessos na TV Matão
Postada na categoria TV Matão - em 30-10-2009
do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Alto do Rio Paraguai. A reunião foi nesta quinta-feira (29.10) na cidade de Campo Novo do Parecis e também contou com a presença de prefeitos e representantes das cidades de Alto Paraguai, Arenápolis, Barra do Bugres, Denise, Santo Afonso, São José do Rio Claro, e Sapezal.
O secretário de Projetos Estratégicos, José Aparecido dos Santos, o Cidinho, esteve acompanhado do prefeito de Barra do Bugres Wilson Francelino de Oliveira (PDT), no qual visitaram as futuras instalações do Frigorífico Navicarnes. O encontro aconteceu na última quarta-feira (28.10). Participaram desse encontro, os vereadores Vanderson Vitor da Silva, Jamil Pinheiro, Jovenir Ferreira da Silva; o superintendente do Consórcio Vale do Rio Paraguai, José Benedito de Souza, além de secretários municipais.
A decisão original foi do juízo da vara única criminal de Tangará da Serra, que aceitou a pronúncia para o julgamento perante o tribunal do júri, por homicídio duplamente qualificado. A mãe aduziu que, de acordo com os elementos probatórios dos autos, não existiriam subsídios suficientes para embasar sua pronúncia. Disse que a vítima teve um único agressor, seu atual companheiro. Sustentou ausência de provas suficientes para a pronúncia.
Os autos revelaram que no dia 13 de fevereiro de 2007, por volta das 14h, no Assentamento Antônio Conselheiro, em Tangará da Serra, a recorrente, mãe da vítima, juntamente com o co-réu, padrasto da vítima, desferiram-lhe três golpes com um pedaço de madeira. Os ferimentos, causa da morte, foram descritos no laudo pericial. Somente ao final do dia a vítima, que sentia muitas dores e ficou caída num canto da casa gemendo de dor, conseguiu pedir ajuda a seu tio, irmão da acusada, oportunidade em que teria dito que sua mãe lhe segurara para que o padrasto lhe batesse com um pedaço de madeira. A vítima foi socorrida, mas veio a óbito por volta das 23 horas.
Os julgadores consideraram a materialidade do delito, conforme os autos de apreensão e laudo pericial. Quanto à autoria, destacaram os indícios suficientes, produzidos pelas provas orais, tanto na fase inquisitória quanto na judicial. O irmão e a cunhada da recorrente também sustentaram a embriaguez dos dois acusados no momento do crime. “Para pronunciar o réu não se exige a certeza absoluta, bastando, para tanto, a prova da existência do crime e indícios de sua autoria”, salientou o desembargador José Jurandir de Lima. Para ele a sentença de pronúncia está revestida dos elementos necessários para sua validade. “Nela, o magistrado deve analisar sucintamente as provas existentes nos autos; indicando os motivos de seu convencimento; cumprindo-lhe, tão-somente, apontar a prova do crime e os indícios de autoria; sendo vedada a apreciação subjetiva dos elementos probatórios para não influenciar o juiz natural competente para o julgamento, ou seja, o Tribunal do Júri”, explicou.
O caso chocou os americanos pela brutalidade. A menina teria sido estuprada por até dez jovens durante uma festa na escola Richmond High School, na cidade de Richmond, próxima a San Francisco.
Além de abusada sexualmente, ela foi agredida e roubada. Alguns dos agressores tiraram fotos com telefone celular.
Passeata
Segundo relatos, dezenas de pessoas testemunharam o estupro, que aconteceu no final de semana passado, e não fizeram nada para ajudar a jovem. A polícia só foi informada depois que uma mulher ouviu dois jovens comentarem, aos risos, o estupro.
A polícia encontrou a vítima em uma mesa de piquenique no lado de fora da escola. Ela ainda está internada no hospital, mas sem ferimentos graves.
Outros dois envolvidos – de 19 e 21 anos – também foram detidos. Um deles já foi indiciado, segundo o San Francisco Chronicle. As autoridades ofereceram até US$ 20 mil por informações que ajudem a incriminar os envolvidos.
Na quarta-feira, cerca de 200 estudantes, professores e líderes comunitários fizeram uma passeata em frente à escola para protestar contra a violência. Algumas alunas já pediram transferência da escola devido ao caso.
O policial que cuida do caso disse que está horrorizado.
“Isso foi um ato bárbaro”, disse Mark Gagan. “Eu ainda não consigo entender que várias pessoas viram, abandonaram o local ou participaram da agressão. É um dos casos mais perturbadores em meus 15 anos como policial.”
A polícia ainda está tentando determinar com precisão quantas pessoas participaram do estupro.
A decisão proferida em primeira instância, que condenou o então prefeito de Várzea Grande, Jaime Campos, ao pagamento de multa civil 20 vezes o valor de sua última remuneração mensal como prefeito da cidade, por ato de improbidade administrativa foi mantida pelo Tribunal de Justiça. O acórdão, publicado este mês, refere-se à Apelação 70327/2008.
PAC, em depoimento à PF construtor citou ‘comentários’ de que corria risco de morteNão foram apenas ofertas milionárias que fizeram o empresário Mariozam Pimenta, sócio de uma construtora de Goiânia (GO), desistir de participar de licitações de obras do PAC em Cuiabá. Em depoimento à Polícia Federal, ele declarou ter “ouvido comentários” de que corria risco de morte caso não abandonasse os certames.
Conforme o Diário revelou com exclusividade, Mariozam Pimenta é um dos 22 indiciados pela Polícia Federal (PF) na Operação Pacenas, que desbaratou uma rede de fraudes nas licitações do PAC em Cuiabá e Várzea Grande. Documento da PF descreve o relato do empresário goiano, um dos donos da empreiteira Costa Gomes. Ele, porém, nega ter qualquer participação no esquema, versão que contraria provas reunidas pela polícia no inquérito.
No mesmo documento, a PF observa que Mariozam afirmou que foi abordado pelo Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado (Sinduscon) para que recuasse da participação nas licitações. A entidade era então presidida pelo empreiteiro Luiz Carlos Richter, outro indiciado e um dos 11 presos preventivamente na operação. As investigações apontam o Sinduscon, assim como o Sindicato da Construção Pesada, como “palcos de falcatruas” para o esquema milionário envolvendo as obras do PAC.
Em meio às declarações feitas à polícia, apesar de se dizer alvo de uma verdadeira “pressão”, Mariozam Pimenta negou ter qualquer participação no esquema fraudulento. A polícia, porém, reforça nas apurações que não há dúvidas de que ele agiu diretamente nas negociações que culminaram na saída da Costa Gomes dos certames lançados pela prefeitura da Capital.
A PF também destaca que o teor de uma escuta telefônica em especial, travada entre o empreiteiro Marcelo Avalone, irmão do suplente de deputado Carlos Avalone, e um homem identificado apenas como Aurélio, é a prova do envolvimento do empresário goiano. Os irmãos Avalone também chegaram a ser presos e ambos foram indiciados.
Na conversa, mantida no dia 8 de fevereiro de 2008, Marcelo orienta Aurélio a ligar para o construtor de Goiânia e pressioná-lo a sair de uma das licitações. Entre as instruções, Marcelo pede para que o interlocutor repasse a seguinte mensagem: “Só que se ele for parceiro nosso, tem que tirar a proposta daqui”.
Ao longo do diálogo, interceptado com autorização da Justiça, mais instruções. “Liga lá e fala: Olha bicho! Entrou aqui, tá criando o maior problema. Não é contra nós e contra o sindicato. Inclusive, o pessoal está te procurando porque você está usando nosso nome. O nome de Marcelo, da Três Irmãos. Nós não podemos porque temos 25 anos de empresa e não pode esse tipo de coisa. Tá?”. Aurélio consente.
No dia seguinte, outra figura apontada como intermediadora do esquema, Guilherme Rezende, se reporta ao presidente do Sinduscon se dizendo escandalizado com a contraproposta feita pelo sócio de Mariozan na Costa Gomes, Olinger Gomes – no valor de R$ 5 milhões. Olinger é outro indiciado pela polícia. Diferente do sócio, ele negou durante interrogatório ter recebido qualquer proposta financeira para que deixasse as licitações, o que não o salvo do indiciamento.
Copyright © 2010 Matão - Mídia e Entretenimento