Estado de MT vai produzir mais milho

Produtores de Mato Grossmilhoo vão produzir um milhão a mais de toneladas de milho na safra atual que começa a ser colhida em maio. A oferta total deve registrar 10 milhões de toneladas na safra com a produção e o estoque em armazéns, segundo as projeções de fevereiro da Associação de Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O cenário de milho colocado a céu aberto próximo à rodovia BR-163 em propriedades como nos anos anteriores pode se repetir, avisam produtores. A saída é o escoamento da safra simultaneamente à sua colheita via instrumentos públicos para não deixá-lo armazenado em fazendas ou em locais credenciados pelo governo.

O levantamento do quadro de oferta e demanda da Aprosoja mostra que o estoque inicial da safra agrícola atual e a produção registra 9 milhões de toneladas. Mas a correção para um cenário alternativo de produção a ser alcançada eleva a cota para os 10 milhões de toneladas. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), há 5,3 milhões de toneladas do milho em estoques públicos em todo o Brasil e a produção é crescente, de acordo com informações da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho). Somente em Mato Grosso, informa o superintendente da Conab, Ovídio Costa, há estoque de 2,9 milhões de toneladas. Tudo somado, o preço do milho é pressionado, mesmo diante da expansão de demanda para a avicultura.

O diretor executivo da Aprosoja, Marcelo Duarte, informa que os fatores produção e estoques preocupam os produtores. Esse foi o motivo que fez líderes de 18 pólos de agricultores se debruçarem sobre o assunto na Assembleia do Conselho de Representantes na semana que passou e estudar uma alternativa para a subvenção do milho. “Decidimos preparar um documento e enviar para Brasília ao ministério, onde dizemos que o governo tem que escoar no mínimo 7 milhões de toneladas via Pepro (Prêmio de Escoamento da Produção)”. O total requerido para transportar via incentivo governamental é o mesmo do ano passado.

Para Marcelo, a forma de comercialização por meio do instrumento facilita a retirada do milho do Estado e dá folga para entrada de mais produto que será colhido. “As Aquisições do Governo Federal (AGF) e o Contrato de Opção são ferramentas importantes, mas o produto é comprado e deixado aqui. Só retarda o problema”. As duas ações provocam a estocagem, pois o milho fica guardado aqui e não é distribuído para o consumo. Ele informa que o governo federal nunca quis sinalizar o que fazer quando se inicia cada segunda safra de milho, como é no caso de Mato Grosso. Marcelo diz que a falta de logística impacta bem mais no grão do que na soja, pois atualmente o preço do produto está em torno de R$ 6,00 a R$ 7,00 a saca no Estado.

De toda a produção de Mato Grosso, de cerca de 9,20 milhões de toneladas que pode ser alcançada, segundo a Aprosoja, cerca de 2,20 milhões serão utilizadas no consumo interno. A diferença precisa ser escoada para fora do Estado. Na safra 2008/2009, os produtores de milho de Mato Grosso produziram 8,5 milhões de toneladas. A exportação registrou 5 milhões de toneladas. Outro indicador que ainda preocupa o setor, de acordo com estimativa da Aprosoja, é o fato de as exportações previstas para este ano atingirem 4,5 milhões de toneladas, ou queda de 10% comparado ao ano passado.

Soluções – O superintendente da Conab no Estado alertou que brevemente os produtores serão aliviados com a tensão da colheita de milho que se aproxima e a falta de saídas para estimular a comercialização e consequente consumo. Sobre eventual leilão e outros mecanismos, ele acredita que “nos 10 primeiros dias de abril deve ser definido”.

Ovídio diz que técnicos da companhia estatal e da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do ministério também estão concentrados em análises para encontrar solução para o problema. “A Conab e a SPA estão ultimando estudos que vão definir os instrumentos a serem utilizados no Estado tanto para o milho de segunda safra, quanto para os estoques governamentais”.Quanto ao milho a céu aberto, o superintendente reforça que “o problema de fato existe”. Mas que “há um trabalho da Conab para a evolução da capacidade estática de grãos do Estado, que é praticamente igual à produção”.

A assessoria da secretaria do Ministério da Agricultura informou que o governo federal não tem nada definido a respeito de subvenção ou prática para comercializar o milho e auxiliar no esvaziamento dos estoques. Uma decisão nesse sentido deve vir de uma portaria interministerial para abrir a comercialização, assinadas pelos ministros da Agricultura, Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão. A porta-voz explicou que um informe de leilão que corre no mercado e está programado para a primeira quinzena de abril é da safra passada. Ela reforçou que as regras de comercialização atual para o milho estão centrada só no AGF.

Há 10 dias, o coordenador de Cereais e Culturas do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese, informou que o governo já tem uma linha de raciocínio de realizar leilões de Pepro e de Prêmio para Escoamento de Produto (Pep), durante o 2º Fórum Nacional do Milho, realizado no Estado do Paraná. Segundo suas informações, haverá recursos para 15 milhões de toneladas, mas sem aumento de recursos oficiais. Em 2009, foi utilizado cerca de R$ 1 bilhão para 10,6 milhões de toneladas. Ainda de acordo com o coordenador, os leilões do governo beneficiarão os Estados do Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia. Ele diz que o valor para os leilões será de R$ 17,48 a saca.

Indústria – O presidente em exercício da Federação da Indústria no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, diz que a preço baixo do milho no Estado acaba por favorecer a industrialização e fazer a transformação da proteína vegetal em proteína animal, com a utilização do milho como alimentação de suínos e frangos. “A saca de milho em Lucas do Rio Verde está em torno de R$ 7,50. Então, você vai investir em aumento da produção”. Ele cita um movimento que esse preço baixo da matéria-prima provoca nas vendas externas. Por exemplo, no primeiro bimestre deste ano, Mato Grosso exportou 26 mil toneladas de carne bovina. Já em aves, no mesmo período, a quantidade para o mercado externo atingiu 22 mil toneladas. “Antes de 5 anos, vamos ser o maior produtor de aves do Brasil. Novos frigoríficos estão chegando”.

Por: Jonas da Silva
Fonte: A Gazeta

Médio Norte concentra milho safrinha

De acordo com números do Imsafrinhaea, o milho safrinha terá área 8% acima do registrado no ciclo anterior, cobrindo 1,81 milhão de hectares. A produção atingirá 8,24 milhões de toneladas, mas o volume projetado deverá ficar 3,1% abaixo da safra anterior, devido à quebra de produtividade. Maior parte da cultura está concentrada na região médio norte, onde se localiza o município de Lucas do Rio Verde (360 quilômetros de Cuiabá. A região responde por 47,7% da área estadual destinada ao grão, ou, 853 mil hectares. Em seguida, com participação de 24,80% está a região sudeste, que deve cultivar 418 mil hectares.

De acordo com levantamento divulgado no final do passado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), os recursos para apoiar a comercialização em 2009 ultrapassam R$ 4 bilhões de reais, valor recorde desde 1990, quando foi criada uma série de instrumentos de equalização de preços. No acumulado de 2003 a 2009, o milho foi a cultura que mais recebeu apoio, foram aplicados pouco mais de R$ 4 milhões para comercialização de 30 milhões de toneladas. Em 2009, o grão também foi o mais beneficiado contabilizando apoio de R$ 1,5 milhão para 10,54 milhões t.

Em segundo está o algodão que nos últimos sete anos recebeu R$ 2 milhões em apoio para a comercialização de 3,5 milhões t. Em 2009, os prêmios de subvenção somaram R$ 550 mil para 792 mil t. A soja vem em terceiro entre as subvenções, com R$ 1,29 milhão para 17,32 milhões t, volume que equivale a uma safra da oleaginosa em Mato Grosso. (Colaborou Marianna Peres)

Fonte: Diário de Cuiabá

Lançada campanha de vacinação contra aftosa em Mato Grosso

Da Assessoria
Foto: Reproduçãoafetosa
Foi lançada oficialmente a segunda etapa de vacinação contra febre aftosa em Mato Grosso. A meta é vacinar 26.021.367 de cabeças de gado no período de 1 a 30 de novembro no estado de Mato Grosso de forma espontânea. “Todos os anos deve vacinado todo o rebanho bovino mato-grossense, pois a vacinação é obrigatória. O índice da vacinação espontânea já chegou a 99,72% do rebanho, na última etapa, realizada no mês de maio e a Acrimat está fazendo um trabalho de corpo a corpo com os pecuaristas para que 100% vacinem seu gado nesses próximos 30 dias espontaneamente”, disse o diretor da Associação dos Criadores de Mato Grosso – Acrimat, Júlio Ferraz Rocha.

O presidente do Indea (Instituto de Defesa Agropecuária), Décio Coutinho, disse durante o lançamento realizado na sede da Federação da Agricultura de Mato Grosso que estão cadastradas 102 mil propriedades rurais de criação de gado e 600 estabelecimentos comerciais autorizados “para a venda das 30 milhões de doses solicitadas e já distribuídas em todo o estado, liberadas para compra e venda desde o dia 23 de outubro”. Coutinho ressaltou que “o pecuarista de Mato Grosso é muito consciente e que a responsabilidade é do setor privado (produto) em vacinar e a do estado em intervir nas propriedades que não realizarem a vacinação”. O governo, através do Indea, investe em cada etapa de vacinação, R$ 1,2 milhão. Com esse recurso é feito o acompanhamento da vacinação em 2% das propriedades rurais escolhidas por sorteio e depois da vacinação, a fiscalização e acompanhamento da vacinação, nas propriedades que não efetuaram a vacina de forma espontânea.

O diretor da Acrimat Júlio Ferraz lembrou que “os pecuaristas vão investir R$ 31,4 milhões só na compra das vacinas e eles têm consciência da importância de vacinar seu plantel”. Acrescentou que o mercado exige cada vez mais do produtor, não só um gado livre da febre aftosa, como também a produção de forma sustentável e sem agressão ao meio ambiente. “Hoje o produtor rural enfrenta uma série de desafios para continuar nesse setor e para chegar principalmente ao mercado externo, e ele sabe que uma área livre de aftosa, como temos há mais de 13 anos, tem um peso muito grande na hora de vender seu gado”, disse o diretor da Acrimat.

O pecuarista que não vacinar seu gado vai pagar uma multa de R$ 71,98 por animal não vacinado, o que equivale a 2,25 UPF (Unidade Padrão de Financiamento). O comunicado de vacina deverá ser feito até o dia 10 de dezembro nos escritórios do Indea, exceto as propriedades localizadas no Baixo Pantanal Mato-grossense, onde o período da comunicação se estenderá até dia 15 de dezembro.

Mato Grosso, a partir deste ano, passou a ter apenas duas etapas de vacinação contra a febre aftosa, uma em maio para animais de 0 a 24 meses e outra em novembro para animais de todas as faixas. Somente 80 mil dos 26 milhões de cabeças de bovinos no estado, presentes ao longo da área de fronteira com a Bolívia, continuam com três etapas de vacinação, realizada em fevereiro. A área é considerada de instabilidade e vulnerabilidade sanitária para o gado brasileiro.

Frigoríficos defendem aplicação do MT Legal em reunião com Greenpeace

ALANA CASANOVA/ ALINE ROMIO
Redação/Secom-MT

Numa decisão bilateral os maiores frigoríficogreenpeaces do país se uniram à Ong Greenpeace pelo combate ao desmatamento na cadeia produtiva da carne. O governador do Estado, Blairo Maggi também participou da reunião na manhã desta segunda-feira (05.10), no auditório da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, com representantes dos grupos Marfrig, Bertin, JBS-Friboi e Minerva além da Organização Não Governamental (ONG), organizadora do evento. Cabe ao Estado oferecer ferramentas para o cadastramento de terras aplicando o programa MT Legal.Numa decisão bilateral os maiores frigoríficos do país se uniram à Ong Greenpeace pelo combate ao desmatamento na cadeia produtiva da carne. O governador do Estado, Blairo Maggi também participou da reunião na manhã desta segunda-feira (05.10), no auditório da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, com representantes dos grupos Marfrig, Bertin, JBS-Friboi e Minerva além da Organização Não Governamental (ONG), organizadora do evento. Cabe ao Estado oferecer ferramentas para o cadastramento de terras aplicando o programa MT Legal.

 

 

Em discurso defensivo aos pecuaristas, Blairo Maggi anunciou que a meta de Mato Grosso é ter 100% das propriedades rurais cadastradas para fins de licenciamento ambiental no prazo de um ano.

 

Para isso, o governo vai disponibilizar as ferramentas do programa MT Legal para desburocratizar e estimular o processo de cadastro e licenciamento ambiental, além de disponibilizar imagens de satélite em alta resolução para o monitoramento, permitindo, assim, a implementação de um sistema eficiente de rastreabilidade da pecuária no Estado.

 

Os frigoríficos adotarão um programa de seis itens que incluem prazos para cadastro das fazendas fornecedoras diretas e indiretas e o monitoramento rigoroso do desmatamento ao longo da cadeia produtiva. Eles não trabalharão mais com fornecedores envolvidos em novos desmatamentos no bioma Amazônia. A meta é trabalhar com uma “pecuária legal”, como disse o governador de Mato Grosso.

 

“Este ano investimos em fiscalização, serviços modernos de monitoramento e fotografia das plantas no Estado. Porém, sozinho o Estado não vai conseguir fazer aquilo que a sociedade espera. O que queremos é daqui a dois ou três anos fazer um novo evento para analisarmos aquilo que conseguimos cumprir. Queremos enfrentar os maiores debates do mundo com essa afirmativa ‘a pecuária do Brasil é uma pecuária legal’”, declarou Maggi.

 

O objetivo é que os frigoríficos se comprometam em não comprar gado de propriedades rurais que tenham desmatamento ilegal, trabalho escravo e violência, além de animais que tenham sido criados em terras indígenas. No entanto, vale ressaltar que nenhum produtor de carne de Mato Grosso deixará de comercializar, uma vez que aderindo ao pograma MT Legal, os produtores podem garantir o cadastramento de suas propriedades.  

 

Maggi aproveitou a participação no evento para contextualizar o desmatamento na região amazônica. “A população do Sul do país há anos foi para a Amazônia chamada pelo Governo Federal para ocupar as terras. Foi uma vontade da sociedade baseada no que o Governo queria. De lá pra cá muita coisa mudou. Eu também mudei bastante, a mudança é um processo evolutivo e natural. Os frigoríficos, por exemplo, estão aqui porque também mudaram, estão de ‘cara limpa’ prontos para um desafio, pois, a sociedade exige que tenhamos essa postura”.

 

NOVO MODELO PRODUTIVO

 

O governador também falou do modelo de preservação ambiental que está em andamento na região Noroeste de Mato Grosso, a fim de manter a floresta em pé com alternativas de sustentabilidade para os produtores da região. “Mato Grosso já tem propostas de uma alternativa e estamos trabalhando com as ONG’s numa outra área, onde queremos que serviços ambientais prestados por aqueles que vivem nas florestas sejam recompensados. Nós desejamos e precisamos incluir na pauta que o REDD seja um mecanismo eficaz para a redução dos efeitos do aquecimento global reconhecido por todo o mundo. Precisamos sustentar a tese e a prática de que ’se você não desmatar iremos recompensá-lo pelo serviço que você está prestando ao mundo’, lembrou Maggi.

 

As proposituras iniciais do REDD/MT Noroeste, como vem sendo chamado, serão apresentadas em dezembro na reunião da Conferência da Organização das Nações Unidas sobre o Clima (COP 15), em Copenhague, capital da Dinamarca, no mês de dezembro.

 

Mato Grosso tem um rebanho de 26 milhões de cabeças e a expectativa é que esse número suba para 30 milhões em 2010. “Precisamos ampliar nossa produtividade na pecuária sem aumento da área. Nós temos aqui no Brasil um boi por hectare, enquanto na Europa são cinco bois por hectare”, citou Blairo Maggi.

 

O diretor da campanha Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário, disse que “a adoção de medidas conjuntas demonstra a seriedade dos compromissos assumidos pelos grandes frigoríficos e ajuda a evitar a duplicação de esforços, agilizando a implementação de critérios que levem ao fim do desmatamento na produção pecuária brasileira”.

 

Ele destacou ainda que “o governador Blairo Maggi está um passo à frente dos outros governadores ao assumir este compromisso. Certamente outros governadores devem aderir a esse acordo em breve”, complementou Adário.

 

Acompanharam o governador os secretários de Meio Ambiente, Luis Henrique Daldegan, de Indústria e Comércio, Pedro Nadaf , extraordinário de Projetos Estratégicos, José Aparecido dos Santos, e o chefe da Casa Militar, coronel Alexander Maia.

 

Prefeito garante modernização dos aviários de Nova Marilândia

                                           juvenalentrevista                   Crescimento gera mudanças, assim vem ocorrendo no município de Nova Marilândia com a expansão dos aviários e a referência de qualidade dos mesmos; chegou o momento de readequação e modernização para atingir um amplo mercado cada vez mais exigente.

 

Sabendo as necessidades existentes, o prefeito Juvenal Alexandre entrou em contato com a Perdigão e outros órgãos a fim de disponibilizar tecnologia de ponta para o setor.

 

“Temos um problema de início, mas que vai ser sanado que é a readaptação dos aviários, do modelo antigo para os mais sofisticados da atualidade. Terá um gasto no começo, mas terá a parceria da Prefeitura, Estado, Perdigão, Banco do Brasil, estamos todos imbuídos nesse trabalho e futuramente vamos colher bons frutos, hoje temos que nos adequar nas atividades que estamos para que ela tenha bom êxito no futuro”, garantiu Juvenal.

 

Ciente da importância da constante modernização e aprimoramento, o gestor municipal esteve presente no Famato em Campo que ocorreu em Nortelândia com a presença do governador Blairo Maggi, para aprimorar também os conhecimentos quanto à agricultura e pecuária.

 
Laércio Guidio
O Divisor

Grupo Camargo vai desenvolver projeto agroindustrial em Nortelândia

                                            neurilanfelipemaggi                  Conversações teriam iniciado no ano passado e é um compromisso entre Felipe, Neurilan e Maggi

 

O Diretor Geral da Arrossenssal Agropecuária S/A, empresa do Grupo Camargo, que em Nortelândia mantém a Fazenda Camargo, Engenheiro Agrônomo Antônio Felipe, confidenciou com exclusividade ao site Repórter News, que a empresa irá implantar um projeto agroindustrial no município que beneficiará dezenas de famílias. Embora detalhes do projeto não foram revelados, se sabe que a responsabilidade pelo delineamento do projeto está sendo feito pelo SEBRAE/MT, que já esteve na fazenda para um levantamento in loco e agora desenvolve tecnicamente a idéia para colocá-la em prática nos próximos meses.

 

De acordo com Antônio Felipe, a conversa teria sido iniciada no passado, numa conversa com o Governador Blairo Maggi e o então candidato Neurilan Fraga, tendo o diretor da empresa assumido o compromisso com o governador do estado de que o projeto seria executado. O projeto agroindustrial será na área de fruticultura, com produção e industrialização local, provocando geração e agregação de renda. Antônio Felipe fez questão de ressaltar que a empresa vem fazendo vários investimentos no município, com inicio pela educação, capacitação e agora entra na área de geração de emprego e renda, justamente pelo fato de pela primeira vez um prefeito da cidade procurar os diretores com projetos de viabilidade econômica e que de fato podem beneficiar economicamente a cidade.

 

“Agora a cidade possui um prefeito inteligente que discute propostas, tem projetos e nós seremos parceiros, ele entende do assunto, é um engenheiro agrônomo como eu e como a empresa tem responsabilidade social, iremos desenvolver um projeto pioneiro no estado” frisou Felipe. O dirigente disse que embora algumas pessoas prefiram atacar o grupo com interesses escusos, as fazendas têm mantido parcerias importantes principalmente na área educacional, mas que agora intensifica mais seus investimentos em razão de uma administração voltada para o desenvolvimento econômica, de forma séria e sem politicagem.

 

Durante o dia de campo realizado na fazenda nesta sexta-feira (05). pela Famato, Antônio Felipe, Blairo Maggi e Neurilan Fraga voltaram a conversar reservadamente sobre o assunto, mas evitaram dar detalhes para o projeto, que foi citado em discursos pelo deputado federal Homero Pereira, Blairo Maggi, Antônio Felipe e Neurilan, a mais de 300 pessoas que participaram do evento.

 

O prefeito municipal Neurilan Fraga, elogiou o desprendimento do diretor da fazenda, destacando o interesse do grupo em colaborar com o desenvolvimento social e econômica do município, dada a sua responsabilidade social e vontade de haja uma mudança no perfil sócio econômico local. “Felipe é dotado de uma inteligência e capacidade de discutir idéias, sempre esteve inclinado a colaborar, mas precisava haver confiança no gestor e que apresentassem projetos de viabilidade econômica e é isso que estamos fazendo agora, só tenho é a agradecer a confiança em nosso governo e quem vai ganhar é a sociedade” elogiou.

 

Para o prefeito, as lideranças políticas devem abandonar o discurso inflamado e com objetivo de jogar para a platéia e apresentar idéias reais, buscando o apoio da empresa para que ela continue ajudando o município a crescer social e economicamente. “Sempre disse que abriria um canal de negociação sadia com eles e refutava qualquer outra tentativa que não essa, e as portas se abriram, hoje somos parceiros em diversos projetos, que como esse vai melhorar e muita nossa situação econômica” concluiu Fraga.

 

A Arrossenssal Agropecuária, através do Instituto Camargo já desenvolve um programa de capacitação dirigido aos profissionais da educação, que representa um avanço importante no processo educacional da cidade. No inicio deste ano, firmou parceria para reforma e melhorias na Escola Municipal “Júlio Praxedes Duarte”, tornando-a mais atrativa, e transformando em instituição municipal modelo na região. No final do mês de Maio, a Ong Mundaréu do estado de São Paulo, patrocinada pelo Instituto Camargo, iniciou projeto que capacitará 100 pessoas, entre jovens e mulheres, na área artesanal, e ao final de um ano, ajudará a implantar uma cooperativa artesanal que fabricará peças para serem vendidas no mercado estadual e nacional. A parte de logística e colocação dos produtos no mercado será feita pelo Sebrae/MT. O investimento da Arrossenssal poderá ultrapassar R$ 180 mil reais.

 

 

Edivaldo de Sá
Repórter News

Porcos passam por tratamento alternativo em fazenda de Tangará

 Diego Soares

 

criaaafo-de-porcosO portal nacional de notícia, o G1, deu destaque a uma atividade diferenciada desenvolvida em uma fazenda localizada em Tangará da Serra. De acordo com a publicação a fazenda adotou alternativas diferenciadas para criar porcos. Medicamentos foram substituídos por ervas e os bichos ficam mais tempo soltos para melhorar a saúde do rebanho e estimular o crescimento dos animais. “Quando a animal está passando por qualquer problema, a gente procura primeiro usar meios naturais para depois, só em último caso, usar outro medicamento, como antibiótico ou anti-inflamatório”, diz Simone Gomes, encarregada da maternidade da granja. Segundo o veterinário Rafael Duarte, a medida reduz o estresse e melhora a saúde dos animais.

 

Ervas como boldo, cebolinha e uma série de plantas medicinais são tratadas com cuidado pelo trabalhador rural Carlito de Oliveira. Em cada fase de desenvolvimento os suínos recebem um composto diferente. Na fase adulta, as ervas são misturadas à ração. Volumosos, como a cana-de-açúcar, também fazem parte da dieta dos suínos. Com 150 dias, cada um pesa em média 90 quilos.

 

O projeto, pioneiro na região, começou a ser desenvolvido há quatro anos. A expectativa é pela conquista de novos mercados. “A pesquisa mostra que os clientes não só da exportação como os brasileiros estão buscando cada vez mais fazer suas refeições com produtos mais saudáveis”, afirma Arnaldo Eijsink, diretor da granja. A fazenda ainda não tem um selo que certifique que a criação de suínos é feita de acordo com as regras da agricultura orgânica. (Com informações do G1)

 

Mauro Savi participa de evento da Famato em Nortelândia nesta sexta

                                                                                       Nesta sexta-feira (05)maurosavi e sábado (06) o deputado estadual Mauro Savi (PR) acompanha o governador Blairo Maggi (PR) em viagem ao interior do Estado. Na sexta-feira a comitiva decola às 09h20 para o município de Nortelãndia, onde participa do Dia de Campo da Famato. Já no sábado, o compromisso é na abertura da XXV Exponop a partir das 19h30.

 

Em Nortelândia, município localizado a 255 km da Capital, na região Centro Sul do Estado, as autoridades participam do Dia de Campo “Integração Lavoura-Pecuária” e de um almoço. Em seguida, às 14h, retornam para Cuiabá.

No sábado a decolagem para Sinop está prevista para às 18h. Depois da abertura da XXV Exponop, que será realizada no Parque de Exposição da Acrinorte, a comitiva retorna para Cuiabá. A decolagem está prevista para às 21h30.

 
Márcia Raquel
Assessoria/AL

Evento em Nortelândia mostrará bons resultados no campo

                                                              Com o objetivo de mostrblairochapeuar os cases de sucesso do agronegócio mato-grossense, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso – Famato realiza no dia 5 de junho (sexta-feira) o Famato em Campo, na Fazenda Arrossensal, do grupo Camargo Correa, no município de Nortelândia (258 km de Cuiabá). A manhã de campo servirá como fonte para a troca de conhecimentos visando a uma boa produtividade e ao uso correto das ferramentas disponíveis na atualidade.

 

A Fazenda Arrossensal é considerada como propriedade-modelo de uma boa gestão, no entanto, as experiências e pesquisas que foram e ainda são desenvolvidas e têm gerado bons resultados como o melhoramento genético, gestão, mercado e confinamento serão repassadas in loco para os pecuaristas, acadêmicos, empresários do segmento agropecuário e o público em geral.

 

Para o presidente da Famato, Rui Prado, o Famato em Campo acontece num momento mui

to importante para o Estado, já que o mercado internacional tem sido cada vez mais exigente com a forma de produção e qualidade do produto, ou seja, carne de bom aspecto e oriunda da produção sustentável.

 

“Todo o nosso esforço em buscar novos melhoramentos no campo só tem trazido bons resultados para o produtor, para a sociedade – sob a forma de oportunidades de trabalho – e principalmente para o Estado com a comercialização do produto. Tudo isso só é possível devido à disseminação de conhecimento”, argumentou Prado.

 

Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de discutir questões de mercado com o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária – Imea, Seneri Paludo; Gestão, com Thiago Bernardino, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Cepea; Nutrição Animal com Marcelo Balbino, da empresa Rico Nutrição Animal; Melhoramento Genético, com Luiz Antonio Felippe; Confinamento, com Laércio Donizeti Trentine e Manejo de Gado de Corte (IATF – Inseminação Artificial com Tempo Fixo) com Fernando Manzuti, os três últimos da equipe Arrossensal.

 

A inscrição é gratuita e pode ser feita no site famatoemcampo.com.br. As vagas são limitadas.

 

A próxima edição do Famato em Campo acontecerá no dia 24 de julho em Pontes e Lacerda, na Fazenda Ovídio.

 


Ascom Famato

Começa colheita do milho safrinha em Mato Grosso

Com uma colaboração fundamental do clima, os agricultores mato-grossenses iniciam a colheita dos primeiros talhões do milho de segunda safra (safrinha), revertendo as expectativas de que o aperto de crédito e a consequente redução no uso de tecnologia provocariam uma retração considerável na produção. De acordo com o segundo levantamento de safrinha da AgRural, a produção vai ficar em torno de 6,5 milhões de toneladas no Mato Grosso, um acréscimo de 14,4% ante a estimativa anterior, realizada em janeiro. Além disso, a queda de produção em relação à safra passada, na qual se colheu 7 milhões de toneladas, será bem menor do que já se cogitou e deve ficar em 7,2%.

Antes de as lavouras mostrarem o potencial da nova temporada, cogitou-se entre os grandes produtores do Estado, que a quebra de produção chegaria a 50%, resultado de área menor e de uma produção inferior aos números da safra anterior.

Na propriedade de Marinês Christofoletti, de Diamantino (201 quilômetros ao norte de Cuiabá), a colheita dos 5,1 mil hectares plantados começou há 10 dias e a média de produtividade do cereal retirado é de 100 sacas por hectare. “Esses primeiros talhões são do ciclo precoce e têm melhor produtividade porque recebem mais chuva”, disse o técnico Lindomar da Silva. Até agora, 5% da área de Marinês foram colhidas e a expectativa é de que a produtividade fique em 70 sacas por hectare.

 


Diário de Cuiabá com AgRural

Copyright © 2010 Matão - Mídia e Entretenimento